Escala de Coma de Glasgow Pediátrica: Como calcular?

Escala de Coma de Glasgow Pediátrica
Escala de Coma de Glasgow Pediátrica
Por meio do estudo de crânios de cadáveres submetidos a traumas contusos, Rene Le Fort determinou as “linhas de fraqueza” estrutural da maxila, onde ocorrem as fraturas faciais. Le Fort I Resulta da força direcionada para baixo, contra os dentes…
O tromboelastograma ajuda na diferenciação das diversas causas de coagulopatia. Quais os principais parâmetros a serem avaliados e qual conduta tomar?
Literatura Médica Científica: Pubmed, SciELO, Lilacs, Google Acadêmico, Researchgate, Science Direct, UpToDate e Biblioteca Cochrane.
Os Critérios de Light ajudam a diferenciar Transudatos (fatores mecânicos) de Exsudatos (doença pleural).
Protocolo de Transfusão maciça: 1 Concentrado de Hemácias para 1 bolsa de Plasma Fresco Congelado ou Crioprecipitado para 1 bolsa de Plaquetas Randômicas.
Classificação do choque hemorrágico em Classes de I a IV e estimativa da perda volêmica.
A embolia gordurosa se manifesta com sintomas respiratórios, neurológicos e com petéquias!
Ácido tranexâmico: 1g em até 3h do trauma + 1g em infusão continua nas próximas 8h.
Os Distúrbios do Potássio alteram o Eletrocardiograma: Potássio alto conduz uma onda T apiculada. Potássio baixo produz uma ondaonda T achatada e alargamento do QRS.
Para contornar o efeito fulcro, a videolaparoscopia exige um treinamento motor fino, fruto de dedicação e tempo.
Caso clínico e raciocínio clínico sobre como a Apendicite Mascarada pode se manifestar na paciente puérpera.